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Proerd gerou debate na Câmara de Vereadores
Câmara Mon, 22/07/2013 - 22:54

Proerd gerou debate na Câmara de Vereadores

A Câmara de Vereadores esteve reunida em sessão ordinária na noite desta segunda-feira (22). Além da posse do suplente Renato Muniz, que entrou na vaga do vereador Wilson Martins dos Santos, a sessão ganhou destaque também com o debate envolvendo o Programa Educacional de Resistência às Drogas e a Violência, em Xanxerê. Desde o início do ano que as aulas do programa foram suspensas no município, devido ao pedido de afastamento do PM Féo, único soldado que capacitado para a função.

Para discutir o problema o Major Cleber Pires, coordenador regional do Proerd, esteve na sessão onde fez alguns esclarecimentos sobre a situação do curso em Xanxerê. Durante seu pronunciamento o Major elencou duas situações que foram analisadas para o retorno do programa em Xanxerê. A primeira é ida de um soldado da corporação para participar do curso de formação de instrutor do Proerd no fim deste mês. Este soldado já trabalhou com o Proerd, no inicio da instalação do programa em Xanxerê, e agora buscará capacitação para dar continuidade as aulas.

A segunda, e que gerou mais polêmica, é que o comando geral da Polícia Militar de Santa Catarina não acatou a possibilidade de o município remunerar um instrutor do programa. “Houve toda manifestação na cidade e talvez tenha sido um dos motivos pelo qual o policial que exercia essa atividade se afastou, que era a questão financeira. Nesse sentido houve uma manifestação do Ministério Público, prefeito municipal aderiu a essa proposta e fez o encaminhamento a Câmara, não sei como está tramitando, mas foi feito uma análise pelo comando geral dessa proposta de convênio e não foi acatado por uma série de questões técnicas e específicas que envolvem o programa, o que não há essa possibilidade no momento de haver essa gratificação”, disse o Major. Segundo o coordenador regional do Proerd, para outros fins o comando até aceita a firmação de um convênio, como por exemplo, para a compra de um automóvel.

O vereador Adenilso Biasus (PMDB) solicitou, através de requerimento oral apresentado durante a sessão, que a Câmara oficiasse ao executivo municipal para que informasse o porquê da não aceitação, por parte do comando da PM, em firmar o convênio com o município. O vereador Flávio Filappi (PPS) solicitou que no mesmo requerimento fossem pedidas explicações também a Secretaria de Segurança de Santa Catarina sobre a negativa, já que ela é que não quer realizar o convênio com o município.

O presidente da Câmara de Vereadores, Fernando Callfass (PSDB), também foi a favor do questionamento até para eximir o executivo e o legislativo de qualquer cobrança que haja com relação a paralisação das aulas, “estamos fazendo a nossa parte, tentando ajudar de alguma forma. O convênio podia ser uma solução, mas já que o comando da Polícia Militar se negou a firmá-lo, por motivos que devem estar relacionados a questões internas da coorporação, a população precisa saber que tanto o legislativo quanto o executivo não estão omissos a situação e estão tentando achar uma solução para o problema”, disse o vereador.

Ainda, conforme informações do Major Cleber, o programa deverá retornar no segundo semestre de 2013 após o curso de formação de instrutor ao qual o Soldado Carlos Sonaglio irá participar.

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