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Vereador Ricardo propõe concessão de Título de Cidadão Xanxerense
Gabinetes Thu, 08/11/2018 - 14:04

Vereador Ricardo propõe concessão de Título de Cidadão Xanxerense

Os vereadores de Xanxerê apreciaram e aprovaram nesta semana o projeto de Decreto nº 3/2018, do vereador Ricardo Lira da Costa que concede título de Cidadão Xanxerense ao senhor Arlindo Edviges Trevisol.

O projeto segue para redação final na próxima segunda-feira (12).

— Quero agradecer o apoio dos colegas para prestarmos uma justa homenagem ao seu Arlindo Trevisol, por toda sua dedicação nesta comunidade e na região — destaca Ricardo Lira da Costa.

Nascido no município de Palmitos (SC) em 1941, Arlindo Trevisol veio morar em Xanxerê no ano de 1961. Professor e profissional na área contábil, em 1971 passou a trabalhar no Fórum da Comarca de Xanxerê como escrivão judicial.

Amante das artes, em especial do coral e da música, sempre participou dos corais, sendo fundador de diversos grupos na região da Amai.

Aprovado o Decreto que concede o título de Cidadão Xanxerense, será realizada uma sessão solene para a entrega da homenagem na próxima semana.

BIOGRAFIA

Acompanha o projeto de Cidadão Honorário, a biografia circunstanciada que descreve a trajetória pessoal do homenageado.

ARLINDO EDVIGES TREVISOL, CPF 065.836.019-15, RG 401.662 SSP/SC, nascido no município de Palmitos, Santa Catarina, aos 15 de outubro de 1941. Filho de João Trevisol e de Ermelinda Triches Trevisol, último dos filhos num total de sete. Estudou na Escola Municipal da Linha São Brás as duas séries iniciais e indo estudar depois em Maravilha, no Seminário Missionários da Sagrada Família, até o ano de 1956 e foi para o Seminário da Sagrada Família, em Santo Ângelo, RS, onde completou os estudos do ginásio e o primeiro ano do estudo científico. Em 1960 foi para Palma Sola, SC, onde fez o noviciado.

No ano de 1961 veio residir em Xanxerê, cidade que adotou de coração, (morando na casa da irmã com nome de Rosa Trevisol, na Rua Independência perto do Hotel Central). Lecionou no Colégio La Salle ainda quando o prédio deste estabelecimento situava-se ao lado da Igreja Matriz, dando aulas de todas as matérias para a quarta série, e naquela época todos os alunos deste estabelecimento de ensino eram meninos. No ano de 1962 foi morar em Bom Jesus, interior de Xanxerê, onde comprou o cartório de registro civil e casou com a senhora Salete Michelin Trevisol. Neste mesmo período vinha até Xanxerê, a noite, para estudar, onde formou-se no magistério, no Ginásio Maria Goretti, pertencente as irmãs de São José e durante este período assumiram o educandário as Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora.

Em 1968 veio residir novamente em Xanxerê na Rua Barão do Rio Branco, onde hoje está a Igreja Assembleia de Deus, em frente ao Colégio Farrapo. Quando veio para esta cidade tinha apenas o seu filho primogênito de nome Glauco Cesar Trevisol. Aqui em Xanxerê nasceram Glaucio Luiz, Glaucinei Marcos e Glauciane Cristina. Tem uma neta, Fernanda Carlotto Trevisol. Neste período trabalhava a noite como professor no Colégio Costa e Silva, lecionando história, geografia, OSPB e educação física e, durante o dia, trabalhava no escritório de contabilidade Domingos Fardo. No ano de 1971 fez um concurso e passou a trabalhar no Fórum da Comarca de Xanxerê, onde se aposentou em 1992, como escrivão judicial.

Como sempre foi amante das artes, em especial do coral e da música, sempre participou dos corais que estudou. Em Bom Jesus, criou o Coral de Jovens e em Xanxerê criou o Coral Estela Maris, que se apresentava nas celebrações litúrgicas na Igreja Matriz. No ano de 1976 criou a Associação Coral Polifônica Rubi (história deste Coral em anexo), com o auxílio da sua irmã Vilma Trevisol Seibt. Tinha como acompanhantes os músicos: Norberto Pazinatto (Beto) e Albino Piovesan (Xaxim).
Em 1997, no dia 07 de julho, fundou o Coral Vocal Vêneto, que existe até hoje. Foi convidado pelos prefeitos de Faxinal dos Guedes e de Vargeão, aqui na região, para montar corais naqueles municípios que foi o Coral Faxinalense e os Corais Felicitá e Meteoro, de linha Santa Catarina e de outra localidade que não lembra o nome.

Em 1968 quando estudava no Colégio Costa e Silva foi eleito presidente do Grêmio Estudantil daquele colégio e nessa época criou juntamente com os professores Vicente Cargnin, hoje juiz aposentado e Olavo Vendrusculo e os demais membros do referido Grêmio o FIEC (Festival Intermunicipal Estudantil da Canção) e os primeiros eventos foram feitos no barracão da empresa Ford e depois no Ginásio de Esportes Municipal. Este evento tornou-se regional e famoso.

Dentro dessa caminhada artística em 1993, quando foi diretor de cultura do Município de Xanxerê, em parceria com a Casa da Cultura Maria Rosa, apresentou várias vezes a Semana da Cultura lembrando momentos históricos acontecidos neste período. Lembra que conseguiu trazer para Xanxerê os Pequenos Cantores da Bélgica, que estavam em excursão pelo Brasil. A presidente da Casa da Cultura nesta época era a senhora Rosangela Favero que serviu de intérprete pois o grupo falava o francês. Além dos Cantores da Bélgica, trouxe também a pianista de renome internacional Eudóxia de Barros, de São Paulo, Capital.

Ajudou a criar, junto com o Sr. Jair Valentini, vulgo Nino, no município de Xanxerê, a Festa das Etnias, no ano de 1994, sendo que desde esta época acontece a Festa dos Italianos. Participou da fundação da Banda Lira Municipal, de Xanxerê, como diretor de cultura (documento anexo). Ainda como diretor de cultura, juntamente com o professor Claudio Biasus promoveu a Iª Gincana Cultural Interbairros de Xanxerê.

No ano de 1979 realizou no Centro Comunitário da Igreja matriz Senhor Bom Jesus, o encontro dos corais infantis e é desde o ano de 1950 que o Sr. Arlindo está envolvido com corais ininterruptamente, sendo um xanxerense de coração.

Xanxerê – Santa Catarina, em julho de 2018.

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